segunda-feira, 19 de março de 2012

Oficina Educação e Relações Raciais


A oficina teve por objetivo discutir o papel do negro no livro didático, atividades a serem desenvolvidas na escola e a legislação  sobre História e Cultura Afro-Brasileira.












sábado, 17 de dezembro de 2011

Oficina ESCREVERDANÇANDO

Oficina ministrada pelo Prof. Dr. Paulo Paixão da ETDUFPA no dia 02/12/2011.
















A Arte de Contar Histórias

 

Este vídeo da TV PUC esclarece sobre maneiras de contar histórias e como desenvolver técnicas que auxiliem nas atividades que envolvem narrativas. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Vídeos Rodas e Brincadeiras Cantadas

Vídeos do grupo CIA BOLA DE MEIA que trabalha com rodas e brincadeiras cantadas. Os vídeos são diferentes, cada um trata de uma brincadeira.





Escatumbararibe - Lenga la Lenga


Escatumbararibê faz parte do livro/CD/CD-Rom "Lenga laLenga: jogos de mãos e copos", publicado no Brasil pela Editora Ciranda Cultural, em Portugal pela Foco Musical e em vias de ser lançado no Uruguai pelo selo Papagayo Azul. A letra coloco abaixo. Boa brincadeira!
Escatumbararibê
Zum Zum Zum
Escatumbararibê
Escatumbararibê
Escatumbatinga
Auê sarubê abá
Escatumbararibê
Escatumbatinga.


domingo, 11 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dicas para contar histórias

 
1 - Preparação do Educador
ü  É importante escolher o enredo de acordo com o objetivo visado, sem misturar os assuntos, tendo um tema específico (se o objetivo é falar meio ambiente, não inclua também algo sobre as quatro operações, verbo, para que a criança entenda bem a idéia proposta);
ü  Quem conta uma história deve conhecer muito bem a narrativa (não decorar, mas saber bem a história); uma boa idéia é contar a história previamente para alguém, solicitando que a pessoa comente a narrativa, auxiliando a suprir erros e lacunas na história;
ü  Com a prática (e o prévio ensaio), é possível diminuir os gestos bruscos, os cacoetes com as mãos e os tiques (Né? Sabe? Então...), adquirindo movimentos tranqüilos e harmoniosos;
ü  O narrador deve passar segurança, por isso não deve iniciar se desculpando por não saber contar direito a história ou por não ter preparado a narrativa. Lembre-se que é possível adquirir a confiança em si mesmo através da prévia preparação e do ensaio da história (as primeiras histórias serão mais difíceis, exigirão um preparo maior, mas com o tempo e a prática as dificuldades tendem a diminuir);
ü   Seja autêntico ao contar a história: não tente fingir alegria ou tristeza, seja natural e sincero, vivenciando aquilo que está sendo narrado;
ü  Quanto mais praticar, melhores ficarão as narrativas;
ü  A linguagem utilizada deve ser simples, correta e estar à altura do entendimento das crianças. Se precisar usar alguma palavra que as crianças possam não compreender o significado, substitua-a por um sinônimo mais fácil ou explique o que quer dizer;
ü  Ao escolher uma maneira para contar a história, é importante analisar o enredo e qual o seu objetivo. Um método bastante usado para integrar os ouvintes é a interrupção combinada, ou seja, o educador deixa previamente acertado que quando falar uma frase específica, as crianças devem responder com uma palavra ou gesto especial (ou então, sempre que indicado pelo narrador, emitem um efeito sonoro de acordo com a história, como por exemplo, o som que faz o animal da história);
ü  Quando for utilizado material ilustrativo ou outro acessório, é essencial treinar a seqüência dos acontecimentos, ligando-os à apresentação das gravuras ou cartazes;
ü  Ao contar uma história, lembre-se que as expressões faciais e gestos são tão importantes como o tom e o som da voz. Aprender a exagerar emoções, desenvolver diferentes vozes e personalidades, dialogar consigo mesmo, são recursos valiosos.

2 - Sobre a história
ü  As histórias podem ser reais ou imaginárias. Quando a história for verdadeira (os fatos aconteceram realmente) pode-se salientar o fato, a fim de despertar maior interesse das crianças;
ü  Certifique-se de que a história a ser narrada não é de conhecimento das crianças, evitando o desinteresse e as interrupções de quem já conhece a narrativa. Lembre-se, porém, que crianças com pouca idade gostam de ouvir/ver várias vezes a mesma história ou filme; já as crianças maiores que conhecem antecipadamente a história, se bem orientadas, podem contribuir com comentários, interrompendo apenas nos momentos convencionados.
ü  Uma história é feita de:
§     Introdução: chama a atenção para a narrativa, apresenta os personagens e o ambiente; deve ser curta, mas despertar o interesse dos ouvintes, transportando-os para dentro da história;
§     Enredo: são os acontecimentos crescentes durante a história, até chegar ao clímax;
§     Clímax: é o ápice, o ponto máximo da história; é o momento de suspense em que a criança espera com mais interesse o que vai acontecer a seguir; deve emocionar, sem assustar;
§     Conclusão: é o final da narrativa; deve ser curta e sem explicações acerca da moral da história, pois o ideal é que a criança entenda por si mesma o que se quis transmitir;
ü  A narrativa deve possuir algum drama ou suspense, uma situação que dirija ao clímax e ao final da história;
ü  Os interesses variam conforme a idade das crianças. Assim, no Jardim e Maternal devem ser usadas narrações simples e repetitivas, com ritmos e sons; também é interessante a utilização de crianças e animais como personagens; no 1º Ciclo, são importantes as histórias que incentivem a imaginação e o faz-de-conta, além de aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família; e no 2º e 3º Ciclos as crianças interessam-se por narrativas de aventura, explorações, viagens, invenções, crônicas e contos. Porém, deve-se evitar sempre ironias, sentimentalismos, tragédias e situações que amedrontem;
ü  Uma história bem contada torna fácil a compreensão da mensagem transmitida, ao mesmo tempo que  diverte, se estiver de acordo com o desenvolvimento emocional e intelectual dos ouvintes.

3 – No momento de contar a história
ü  Não inicie a história entrando direto na narrativa. É importante aguçar o interesse e a curiosidade dos ouvintes sobre a história. Isso pode ser feito através de conversações, gravuras, perguntas e outros recursos;
ü  É muito importante que as crianças estejam adequadamente acomodadas e fisicamente bem próximas ao educador. A disposição em semicírculo ou em forma de cineminha são muito utilizadas e eficientes;
ü   Se der branco, continue. Não faça caretas, nem se desculpe. Continue descrevendo detalhes de cores e locais. Isso estimula a imaginação e ajuda a memória. Ou então faça uma pausa, olhando todos nos olhos, como para levantar suspense (não olhe para o chão). Use a criatividade e improvise!
ü  Se a história for lida, sua narrativa deve ser tão animada como se fosse contada espontaneamente.  É importante ler a história diretamente para as crianças, devagar, fazendo pausas e olhando os ouvintes nos olhos. Ao se preparar, o narrador deve ler a história diversas vezes, dramatizando a história, para não deixá-la monótona.

4        - Lembre-se:
ü  A primeira característica de um bom narrador é gostar de contar e ouvir histórias; ele deve sentir a história, emocionando-se com a própria narrativa;
ü  Contar histórias interessantes e educativas que as crianças possam lembrar mais tarde é uma arte que se aprende estudando e praticando;
ü  Uma boa história pode estimular os bons sentimentos, ajudar a desenvolver o intelecto, trazer reflexão e conhecimento, sugerir soluções para os problemas cotidianos e desenvolver virtudes.


                Adaptado do sítio: www.searadomestre.com.br/evangelizacao/dicashistorias.doc

domingo, 4 de dezembro de 2011

Professores participantes do Projeto de Extensão 2011/2012

Título: METODOLOGIA DE ENSINO: o lúdico na prática dos professores da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental.

Coordenação: Profª Ms. Simei Santos Andrade

Professores selecionados para o Projeto de Extensão 2011/2012

Ana Cláudia Santos Souza
Ana Cristina Raiol Gomes
Catiane Portal de Souza
Cyane Oliveira Pereira
Denilma Ferraz da Costa
Eimar Deney Pereira Cabral
Elizângela Bentes Jordão
Francisco Antônio Almeida Pereira
Ivone Souza Andrade
Joana Maria Moy da Costa
José Luis de Miranda Maués
Kátia Suely Saraiva de Paula Moraes
Letícia Silva e Silva
Lourilenes Araujo Benjamim
Lúcia de Fátima Lobato Ferreira
Lucileia da Costa Silva
Luis Carlos da Cunha Oliveira
Mª da Galileia da Silva Rosa
Mª de Jesus Albuquerque Rodrigues
Mª José de Lima Gomes
Mª do Socorro da Costa Conegundes
Marlene Maria Costa
Mirian Leão Costa
Priscila de Lourdes da Silva Melo
Rosangela  Serra Cohen
Rosemary Pombo de Andrade
Simone Mouta de Oliveira
Welia da Silva Araújo
Vanderlene Ranieri Santana Candurú Viégas